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09/11/2021
Hyundai HD 80 completa três anos como o caminhão leve mais barato do mercado de 8 t
O caminhão leve Hyundai HD 80 completou três anos desde que foi lançado no Brasil no primeiro trimestre de 2018.  Ele é apresentado como a opção com a melhor relação custo-benefício no segmento de 8 t de PBT (Peso Bruto Total).  Conheça as principais características do HD 80: Trem de força O motor diesel com turbo alimentação de duplo estágio e intercooler mostra desempenho bastante competitivo, até mesmo por ser produzido pela FPT e consagrado nos mercados europeus. Trata-se do F1C 3.0 de 170 cv a 3.500 rpm. O torque é de 40,8 mkgf de 1.500 rpm a 2.200 rpm graças aos dois turbos. O sistema de injeção de combustível é “common rail” fornecido pela Bosch. A tecnologia de pós-tratamentos de gases para atender a legislação ambiental é a EGR, que faz a recirculação dos gases. Ela não precisa de usar o Arla 32 como nos motores com sistema SCR. Transmissão A caixa de marchas é de 5 velocidades, seguindo o padrão do segmento. Rodamos na pista de teste da fábrica em Anápolis (GO) com o HD 80 vazio e carregado com 5 toneladas, portanto, com quase o seu PBT. O modelo chega sem dificuldade aos 80 km/h com o giro do motor abaixo das 2.500 rpm. Por se tratar de um caminhão de uso urbano, o diferencial traseiro conta com nova relação entre pinhão e cremalheira (6,50:1), mais curta para priorizar o desempenho dentro da cidade. Os engates das marchas são precisos e sem grandes esforços graças ao sistema de embreagem servo-assistido.  O consumo varia entre 5,3 km/l (carregado) e 6,8 km/l (vazio). Este é um dado que depende de outras características de uso, seja em função da topografia e altitude da cidade, trânsito, comportamento do motorista etc.    Capacidade de carga O HD 80 foi homologado para 8.000 kg de PBT. Como o caminhão tem o peso em ordem de marcha de 2.735 kg, ele tem a capacidade de carga de 5.263 kg. Se considerarmos um implemento (baú, carroceria de carga seca etc.) na faixa dos 800 kg, sobram 4.463 kg para a carga, o que chamamos de carga útil. O HD 80 é oferecido em uma versão de entre-eixos: 3.735 mm, com comprimento máximo de 6.515 mm, medida que atende a legislação de restrições para VUC (Veículo Urbano de Carga) em São Paulo. Para isso, a carroceria deve ter, no máximo, 4.755 mm de comprimento.  Cabine Internamente, a cabine comporta três pessoas, incluindo o motorista, mas há poucos espaços para objetos. Apesar de ela ser uma das menores do segmento, o motorista e passageiros (até 1,90 m de altura) viajam com relativo espaço. O volante conta com regulagem de inclinação. O painel de instrumentos foi modernizado. Ganhou conta-giros e computador de bordo com as funções pressão do sistema de freios pneumático, consumo de combustível médio e instantâneo, autonomia, velocidade média, tempo de rodagem, hodômetro parcial e total e relógio. A área envidraçada oferece boa visibilidade e o acesso ao interior da cabine é fácil. As portas abrem em um ângulo de 45º e o motorista e passageiros acessam o interior da cabine por meio de degraus com boa largura. A cabine é fixada ao chassi por coxins de borracha. Roda, freios e suspensão O HD 80 conta com sistema de freios pneumático e sistema ABS. A suspensão é com feixe de mola trapezoidal com barra estabilizadora em ambos eixos. As rodas seguem o padrão da categoria de 8 t: 17,5” x 6” montados com pneus Pirelli 215/75 R17,5. Fonte: Transporte Mundial
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30/09/2021
Novo Hyundai Tucson chega ao Uruguai e prevê estreia no Brasil via Caoa
O SUV desembarca em solo hermano com motor Smartstream 1.6 turbo de 180 cv (a 5.500 rpm) e 26,9 mkgf de torque. O câmbio tem dupla embreagem e sete marchas. Com visual moderno, destaque para o conjunto dianteiro que mescla grade, faróis de LEDs e luzes diurnas (DRLs). O Tucson está disponível em duas versões de acabamento: Safe e Limited. Na lista de série, o utilitário - que acelera de zero a 100 km/h em 9 segundos e chega aos 180 km/h de velocidade - tem rodas de liga leve de 18", ar-condicionado de duas zonas, central multimídia com tela de 8", direção elétrica e espelhamento de smartphones via Android Auto e Apple CarPlay. Fonte: Jornal do Carro
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30/08/2021
Hyundai promete autonomia absurda para seu novo carro elétrico
Mesmo que o lançamento mais próximo da Hyundai para sua linha de carros elétricos seja o Ioniq 5, a montadora sul-coreana já trabalha para colocar no mercado um modelo maior, mais potente e com autonomia invejável. Segundo informações de bastidores, a companhia deve atrasar a chegada do Ioniq 6 para tornar sua bateria um pouco maior e lhe garantir autonomia total de 500 quilômetros. Em reportagem, o Green Car Reports sugere que a bateria do Ioniq 6 irá de 72,6 kWh para 77,4 kWh. Essa mudança, é bom lembrar, é facilitada pela plataforma de veículos eletrificados da Hyundai, a E-GMP, lançada no final de 2020 e que será a base para os futuros lançamentos da marca. Ainda falando sobre baterias, a Hyundai já deu dicas de que o Ioniq 5, que chegará ao mercado nos próximos meses, terá um sistema de carregamento superior ao de outros modelos no mercado, também graças à plataforma de carros elétricos desenvolvida pela montadora. Segundo a empresa, será possível efetuar uma carga de 10% a 80% em apenas 18 minutos. A marca Ioniq é a divisão de carros elétricos da Hyundai e já conta com alguns modelos lançados. Um deles é o hatchback híbrido homônimo, já confirmado para chegar ao Brasil. Projeto ainda em andamento O Ioniq 6 deve ser um irmão maior do Ioniq 5, mas não se sabe nada sobre suas especificações técnicas. Entretanto, há rumores que indicam que ele será um sedã de porte médio com apelo esportivo, e que será equipado com o que há de melhor em tecnologia de segurança e conectividade. Uma das novidades esperadas para o novo carro será o conjunto óptico, que terá recursos de comunicação com pedestres e veículos do lado de fora. A expectativa do mercado é que o Ioniq 6 chegue às lojas em 2022. O Brasil não foi confirmado como um dos destinos desse automóvel. Fonte: Canaltech
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30/07/2021
Hyundai diz que carros voadores serão realidade em 2030
A Hyundai reafirmou seu compromisso com carros voadores. A meta é que a montadora já esteja operando em 2030. A informação é de Michael Cole, chefe de operações da marca coreana no continente europeu. Falando ao The Guardian, ele disse que a empresa fez "investimentos significativos" na área de carros voadores e acredita que "isso realmente fará parte do futuro". No entanto, primeiramente os veículos voadores não serão carros de passageiros normais, e sim táxis aéreos. Os modelos também não lembram muito a estética de carros normais por fora, ficando mais entre helicópteros e drones. Prometendo a novidade para 2030, Cole manteve os pés no chão, dizendo que "ainda falta algum tempo antes que possamos realmente decolar", mas foi otimista para os próximos anos. "Achamos que na última parte desta década, certamente, a mobilidade aérea urbana oferecerá uma grande oportunidade para liberar os congestionamentos das cidades, para ajudar com as emissões, seja a mobilidade intraurbana no ar ou seja entre as cidades". A Hyundai já chegou a dizer por meio de seu CEO da América do Norte, Jose Muñoz, neste ano que estes serviços poderiam ser oferecidos em 2025. A fala de Cole dá mais alguns anos para a montadora. A empresa financeira Morgan Stanley calcula que este mercado possa valer cerca de US$ 1 trilhão até 2040. A Hyundai prometeu investir US$ 1,5 bilhão no mercado de carros voadores de 2019 até 2025. Marcas como Toyota, Daimler e Geely são outras que também estão investindo nesta corrida tecnológica. Fonte: Uol Carros
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30/06/2021
Teste: Santa Fe é sinônimo de espaço, conforto e agora mais luxo
Teste de estrada ao Hyundai Santa Fe 2.2d 8 DCT Vanguard+Luxury Pack. Quando se lê que um modelo surge “agora” renovado nem sempre isso significa que as marcas tenham operado mudanças que sejam imediatamente perceptíveis. Não é seguramente o caso do novo Hyundai Santa Fe que surge nesta versão 2021 com argumentos que o diferenciam (e muito) da anterior geração. E dito isto, numa marca com mais de duas décadas a oferecer SUVs de grandes dimensões, é caso para dar já um sinal de forte aprovação. Em teste a versão 2.2d 8 DCT Vanguard+Luxury. Ou seja, é um Diesel, tem caixa automática e tem o nível de equipamento mais elevado. Para breve esperamos poder dar impressão de condução sobre o mais aguardado PHEV. Mas vamos então olhar para este modelo. A estética tem pontos que são merecedores de elogio. Nunca é fácil pegar num SUV, com 4,8 metros de comprimento, sete lugares, e, conferir-lhe um ar de algo que não seja uma imagem demasiado americana. Mas a Hyundai foi evoluindo o conceito e tem aqui uma fórmula interessante. A começar pela dianteira. A nova grelha da marca parece “casar” na perfeição com as dimensões avantajadas (tem mais 15 mm de comprimento, 10 mm de largura e é mais alto 5mm que o antecessor). Os novos faróis são como diriam os americanos “um must” e têm um desenho arrojado, aliás como está a ser a estratégia da marca em outros produtos. O conjunto LED parece a certa altura as garras que fazem bandeira em outra marca, embora aqui surja visualmente mais em T do que propriamente em I, mas a sua assinatura luminosa é bem distinta. Na traseira o novo desenho consegue minorar a impressão das dimensões do portão traseiro, mas deixo já a dica: quando estacionar pense na frase “deixar um bom ângulo de abertura”. O interior irá surpreendê-lo. Sim, ainda me lembro do interior do primeiro Hyundai Santa Fe que conduzi (algures há mais de uma década) que hoje me faria pensar que era um modelo pensado para mercados de Marrocos, literalmente, para usar nos mercados. Sim, na verdade foi onde tive a primeira experiência com um Santa Fe! Hoje, um Santa Fe, e particularmente esta unidade, é um modelo com muito requinte e algum luxo. Colocá-lo ao lado de uma geração mais antiga seria um exercício interessante. Também é bom afirmá-lo: este está extremamente bem equipado. Em todas as versões o Santa Fe é proposto com sete lugares, distribuídos por três filas de bancos. No habitáculo há que destacar um claro aumento do espaço disponível a bordo, em especial na segunda fila por via do aumento das dimensões exteriores. Mais do que as medidas, o importante é dizer-lhe que três adultos atrás conseguem viajar sem problemas de joelhos. Claro, nos dois bancos mais atrás, conte apenas com crianças, eu diria… até aos 12 anos. A capacidade da mala varia entre 130 litros com todos os lugares prontos a utilizar, 571 litros na configuração de cinco lugares e 1.649 litros se precisar levar a sua prancha de surf e não levar passageiros! Mais do que o espaço, a sensação que se tem ao entrar nesta nova geração do Santa Fe é que a qualidade foi uma exigência colocada aos engenheiros. O toque dos materiais está em bom nível e a combinação entre plásticos e pele apresenta-se a um nível que até à pouco era impensável em carros coreanos. O interior foi totalmente redesenhado, contando, por exemplo, com uma nova consola central, mais organizada, materiais e acabamentos de superior qualidade e um importante reforço do equipamento de série que tem uma lista bem longa (por exemplo as espetaculares jantes de 20 polegadas, o teto panorâmico, o sistema de som de alta fidelidade Krell, entre outros). O painel de instrumentos é completamente digital com 12,3 polegadas e múltiplas configurações (a minha favorita é claramente com câmara de ângulo morto que tem mesmo de experimentar). Em estreia neste modelo há um novo sistema de infoentretenimento com ecrã de 10,25 polegadas, comandos por voz, navegação integrada, serviços conectados BlueLink e modo de condução personalizável. Simples de utilizar e uma navegação pelos menus que lhe fará recordar o ambiente de um Smartphone Android. Ponto positivo também para a inclusão de um head-up display de dimensão ajustada ao próprio SUV. De todos os “gadgets” que o maior SUV da Hyundai possui, há dois que merecem o nosso aplauso. O Smart Sense (permite colocar ambientes, ou melhor dizendo “sons da natureza” a bordo, proporcionando grande descontração) e o Remote Smart Parking Assist, um sistema que permite retirar o Santa Fe de um lugar de estacionamento apenas utilizando o comando à distância. Muito útil em particular quando alguém lhe deixa a porta quase bloqueada num parque. Se está pensativo porque deixei o motor e a dinâmica para o final, bem, talvez seja porque a experiência maior do Hyundai Santa Fe nesta nova geração, encontra-se mesmo no prazer a bordo. Esta versão, apenas de tração dianteira, com o motor 2.2 Diesel tem 148 kW (202 cavalos) de potência e 400 Nm de binário. É um motor de nova geração todo em alumínio, e nesta nova plataforma, com menor peso (menos 19,5 quilos), parece mais expedito, mas ainda no registo de alguma calmaria. Tem na caixa automática de 8 velocidades de dupla embraiagem um bom aliado, mas não se iluda, para quem gosta de acelerar a Hyundai tem uns belos modelos com letras N à mistura. Aqui, é conforto (muito mesmo com as grandes jantes) e suavidade. O chassis, aliás, a plataforma, foi pensado para os motores eletrificados e estou certo que no PHEV as impressões poderão ser algo diferentes. Mas dinamicamente o Hyundai Santa Fe é um rolador e não um acelerador. Ainda bem! No final do teste entregamos o carro na marca com uma média de 8,2 litros aos 100 km/h. Não é brilhante, mas não é nenhuma surpresa com algum tráfego citadino a complicar esta média. E quem quer um SUV grande, espaçoso e de luxo com sete lugares não deve estar a pensar passar horas de ponta em filas na Almirante Reis em Lisboa. Fonte: Auto Portal
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09/03/2021
Hyundai Tucson 2022 encara o teste do alce e resultado poderia ser melhor
O novo Hyundai Tucson 2022 ganhou um visual revolucionário em sua nova geração. Com um estilo atraente, tem uma cabine de alta tecnologia e mais recentes sistemas de segurança. Agora, o SUV coreano encara o difícil teste do alce para descobrir como é o na prática o seu desempenho. Os resultados foram equilibrados para este Tuscon Hybrid. No primeiro teste, com aceleração inicial foi de 76 km/h, o Hyundai foi bem até a seção final de cones, mas não conseguiu passar sem derrubar um. Apesar das coisas parecerem tranquilas, foram mais de 10 tentativas entre dois pilotos para alcançar o sucesso. No final, o Tucson Hybrid precisou reduzir a velocidade para 71 km/h conseguir cumprir a tarefa. Para termos uma comparação com o resultado de modelos concorrentes, um Jeep Compass, que é um pouco menor que o novo Tucson, completou o teste do alce com uma velocidade de entrada de 79 km/h. Já o Volkswagen Tiguan e um Subaru Forester fizeram isso a 77 km/h. Pior que o modelo coreano foi o Toyota RAV4 Prime, que só conseguiu terminar o desafio a 63 km/h. O novo Tucson Hybrid do teste tinha amortecedores adaptáveis, mas mesmo selecionando o modo esportivo, que deixa a suspensão mais rígida, não foi suficiente para atenuar a subesterço ao desviar dos cones. No entanto, a reação do veículo às curvas repentinas foi "segura e fácil de prever", de acordo com o vídeo. Já no teste de slalom, a suspensão apresentou bons resultados, com pouca rotação da carroceria e uma resposta decente da direção. O novo Hyundai Tucson 2022 tem configurações distintas para alguns mercados. Nos Estados Unidos, a versão básica conta com um motor 2,5 litros de quatro cilindros com 187 cavalos de potência 24 kgfm que trabalha junto com um câmbio automático de oito velocidades. Já a versão Hybrid tem um motor de 1,6 litros Turbo e um motor elétrico de 44,2 quilowatts, fazendo um total estimado de 226 cv e 350 kgfm com a transmissão automática de seis velocidades. Há também uma versão híbrida plug-in dessa configuração com um motor elétrico mais potente que aumenta a potência para 261 cv. Ainda não temos uma previsão de quando a nova geração chegará ao mercado brasileiro. Vale lembrar que atualmente a geração anterior é produzida em Anápolis pelo grupo CAOA. Fonte: Motor 1
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08/02/2021
Hyundai CAOA: caminhões HR e HD80 fecham 2020 com vendas em alta
A Hyundai CAOA comemora importante resultado no mercado de veículos comerciais em 2020. Apesar dos fortes impactos da crise gerada pela pandemia de COVID-19, os caminhões da empresa acumularam vendas 3% acima do resultado alcançado em 2019. Na prática, foram 4.371 unidades emplacadas dos modelos HR e HD80. “Mesmo em um ano muito difícil para todos, a CAOA manteve todos os seus investimentos e seguiu acreditando no Brasil. Essa alta nas vendas dos nossos veículos comerciais, reafirma o sucesso dos utilitários Hyundai HR e Hyundai HD80 por oferecer relação custo x benefício que supera a concorrência", afirmou o diretor executivo da CAOA, Roberto Kovacs. O HR registrou o volume mais expressivo - 4.146 unidades - e mais uma vez marcou posição como líder do segmento (posto que ocupa há nada menos que 16 anos). Entre outros diferenciais, oferece permissão para trafegar em grandes centros urbanos, onde o tráfego de caminhões é restringido pela legislação. Desde 2007, é produzido em Anápolis (GO). Maior e mais robusto, o HD80 também sai da fábrica goiana, mas só começou a ser produzido efetivamente em 2017. Oferece a maior capacidade de carga da categoria - 5.263 kg de capacidade de carga útil + carroceria - e motor diesel biturbo 3.0 com 170 cv de potência e sistema de injeção EGR (que dispensa o uso do Arla 32). Em 2020, emplacou 225 unidades. Atualmente, a CAOA é a maior distribuidora de veículos Hyundai no Brasil e a única a comercializar a linha completa da marca, desde os compactos HB20 e Creta produzidos em Piracicaba (SP) até os goianos New Tucson e ix35, bem como os importados Azera e Santa Fe. Fonte: Motor1
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04/01/2021
CAOA pode fabricar mais modelos da Hyundai em Anápolis (GO)
Aproveitando a coletiva de imprensa da CAOA Chery para analisar os números do ano e trazer as perspectivas para 2021, o CEO da CAOA, Mauro Correia, trouxe também informações relevantes sobre a montadora brasileira. Segundo o executivo, a empresa não descarta a nacionalização de mais modelos da Hyundai, trabalhando em uma estratégia combinada com a subsidiária local da fabricante (HMB), a qual é responsável pela produção das gama Creta e HB20 em Piracicaba (SP). Atualmente a CAOA monta em Anápolis (GO) os Hyundai ix35 e New Tucson, além dos veículos comerciais HR e HD80. Correia não entrou em detalhes sobre quais novos modelos da Hyundai poderiam ser nacionalizados. Interessante destacar que, recentemente, foram flagradas aqui no Brasil unidades do Hyundai Venue, um SUV pequeno abaixo do Creta, bem como da nova geração do Elantra. Não se sabe, contudo, se a dupla chegou ao Brasil efetivamente para iniciar um processo de tropicalização, mas certamente sinaliza que os representantes da Hyundai no país têm interesse nos dois modelos por aqui. A CAOA Hyundai não prioriza modelos de alto volume em Anápolis, portanto talvez o novo Elantra pode ganhar força para uma eventual nacionalização. A conferir nos próximos meses. Neste ano, a CAOA Hyundai comemorou o marco de 300 mil unidades da família Tucson (Tucson, ix35 e New Tucson) vendidos no Brasil desde o início das vendas do SUV em 2004. Para 2020, a perspectiva da CAOA Montadora é registrar uma queda na produção em Anápolis da ordem de 23%, número menor em relação ao mercado, que projeta uma redução de aproximadamente 35%. Para 2021, segundo o CEO da CAOA, a empresa trabalha com um crescimento de 70% na produção, já contemplando o início do plano de investimentos da ordem de R$ 1,5 bilhão que será aplicado na unidade localizada em Goiás.  Fonte: Autoo
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09/10/2020
Hyundai Tucson 2021 ganha novo visual, interior e trem de força
A Hyundai mostrou, finalmente, o Tucson 2021 por completo. A quarta geração do SUV começa a ser vendida ainda em dezembro próximo em mercados da Ásia e Europa. Para o Brasil, nada foi definido, mas não deve chegar antes do segundo semestre de 2021. Preços ainda não foram revelados. Um dos pontos que mais chamam atenção no novato é o visual – um pouco escondido quando revelado em teaser, no comecinho do mês. O modelo, de fato, passou por uma verdadeira revolução. Além disso, ficou maior e ganhou requinte. Há linhas futuristas por todos os lados. Principalmente na dianteira, que tem faróis de LEDs integrados à grade. A marca chama de “luzes paramétricas escondidas”, contando com um efeito tridimensional. Os faróis principais, mais abaixo, também têm acabamento especial. Atrás, as lanternas verticais são bem afiladas e ligadas por uma faixa de LEDs. O limpador de para-brisas fica escondido sob o aerofólio. Nas laterais, linha de cintura alta e vincos bem definidos garantem aspecto mais parrudo ao novo Tucson. E tem ainda um contorno prateado que vai do teto até a coluna C, dando mais jovialidade ao carro. Os para-lamas alargados reforçam o aspecto musculoso do SUV.   Por dentro do Tucson Se por fora o Tucson ousou em linhas e vincos, do lado de dentro a solução é mais discreta. Cheia de linhas horizontais, a cabine tem nova central multimídia com tela de 10,25 polegadas. O ar-condicionado deixa de ter botões físicos e passa a ser acionado por um cluster sensível ao toque. O painel de instrumentos também é totalmente digital; a tela tem o mesmo tamanho da central. Tem revestimento de couro ou tecido, dependendo da versão, e mimos como iluminação ambiente de LEDs e até 64 tonalidades. Bancos aquecidos e ventilados, também estão no pacote. E tem carregador sem fio para smartphones. Na parte de segurança, o Tucson oferece sete air bags, alerta de ponto cego, assistente de colisão frontal, controlador de velocidade e sistema de manutenção em faixa. Alerta de tráfego traseiro, assistência de farol alto e amortecedores adaptativos também estão na lista de novidades. A nova plataforma fez o Tucson crescer. São 4,50 metros de comprimento (2 centímetros a mais que a geração atual). No mais, a largura é de 1,86 m — aumento de 1,5 cm. O espaço entre-eixos, com 2,68 m, cresceu 1 cm. O porta-malas comporta até 620 litros dependendo da versão – na híbrida, cai para 546 litros. Motorização híbrida Atualizações no trem de força também estão presentes no novo Tucson. O modelo de entrada terá motor 1.6 turbo, a gasolina, de 150 cv – ou um turbodiesel, de 114 cv. Serão três opções de trem de força híbrido. A híbrida-leve, a plug-in e a híbrida convencional. Todas tem como base o motor 1.6 turbo, a gasolina, com injeção direta. A versão híbrida-leve de 48V, terá opções de 150 cv e 180 cv. A versão híbrida plug-in, que pode ser carregada na tomada, só no ano que vem. Em todas, o motor 1.6 é combinado a um elétrico com o equivalente a 60 cv. A bateria de íons de lítio na versão híbrida tem capacidade de 1,49 kWh. Na híbrida convencional, o resultado é uma potência combinada de 230 cv e 36 mkgf de torque. Dependendo da configuração, o SUV pode vir com câmbio manual ou automático. A tração, aliás, se divide em 4×2 dianteira ou 4×4 (integral). Fonte: Jornal do Carro
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10/09/2020
Novo Hyundai Tucson 2021 aparece em testes off-road durante desenvolvimento
A nova geração do Hyundai Tucson está (quase) entre nós. Após a revelação de algumas imagens escurecidas do modelo, a marca promete a estreia completa para o próximo dia 14 (segunda-feira que vem). Até lá, os coreanos aproveitam para aguçar a curiosidade do público com a divulgação de imagens do desenvolvimento do SUV.  Trata-se de mais um teaser oficial, desta vez da divisão europeia da Hyundai. No comunicado, a marca diz que a quarta geração do Tucson "será feita na Europa, para a Europa". Em outras palavras, isso quer dizer que ele será produzido na fábrica da marca na República Tcheca e vendido por todo o Velho Continente. Mas outras plantas também deverão fabricar a nova geração do SUV, pois certamente ele chegará aos EUA e, mais tarde, ao Brasil.   O apelo deste novo teaser é mostrar as capacidades do novo Tucson no off-road - vale lembrar que desta vez o modelo dará origem a uma picape cabine dupla 4x4. Os rigorosos testes de validação do modelo incluíram desde voltas rápidas no circuito de Nürburgring até subida dos Alpes para avaliações em altitude elevada, passando por provas geladas na Suécia. As fotos do modelo carregando um trailer e atravessando trechos alagados indicam que ele não será apenas mais um "SUV de shopping".  "Como um legítimo SUV", diz a Hyundai, "o novo Tucson conta com tração integral com distribuição de torque entre os eixos e elevado torque em baixas rotações para superar terrenos difíceis". A marca também diz que aumentou a rigidez do monobloco e fez provas para mostrar isso, abrindo e fechando as portas sem problemas em condições onde o carro está com duas rodas diagonalmente no ar. No comunicado, a Hyundai destaca também o menor nível de ruído e vibrações em relação ao modelo atual.  Por fim, os engenheiros validaram a vedação da carroceria em passagens de água com até 30 cm de profundidade, enquanto os sistemas de controle de descida e assistente de partida em rampa foram testados em rampas entre 30 e 45% de inclinação.  Com mais de 7 milhões de unidades vendidas ao redor do mundo desde seu lançamento, em 2004, o Tucson é também o Hyundai mais vendido da Europa, com 1,4 milhão de carros. No Brasil, o modelo fez muito sucesso na primeira e segunda gerações (esta vendida por aqui como ix35), mas o carro atual foi apenas um coadjuvante no segmento.   Fonte: Motor 1
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